Espaço da Felicidade.  (Como superar o sentimento de solidão) escrito em sábado 06 fevereiro 2010 11:39

A felicidade nada mais é, que a vontade de viver, de sonhar , e realizar sonhos que jamais esperamos que se realizem.

Se girarmos em torno dos nossos problemas , só constriremos masiproblemas, como : doenças cardíacas, uma labirintite sem cura, pensamentos de tristeza e angústia, etc.

em pessoas que são fracas, não conseguem evitar que se tenha uma depressão, e nem tão pouco sair dela, porque não imagina a força que tem nos seus pensamentos, e no seu potencial, não acreditam em si mesma.

Ficam dando atenção para outras pessoas em sua volta , que lhe deixam pra baixo, com palavras simples, mas pesadas, as vezes até sem querer dizem coisas que nos deixam acabados.

As palavras más, tem tanto poder , que derruba qualquer mente fraca, acabando assim com um futuro brilhante, e com a saúde de tantos seres humanos.

Os pensamentos maus e mais foretes, são aqueles lançados pelo Diabo, e os pensamentos mais fraços , que não conseguimos perceber, são os bons lançados por Deus. Ele é a nossa força, consegue fazer com que enchergamos um futuro brilhante diante do nosso potencial, que temos que descobrir.

E como descobrir isto, se levantando do chão, sacudindo a poeira, e colocarmos nossas vidas pra cima, com Ele em nossa frente é claro. E assim poderemso fazer coisas, que nem pensávamos, ter uma vida feliz, depois de 24 anos sem estudar, estou conseguindo tudo, eu mesma não sabia que minha mente era tão inteligente, estou  descobrindo o lado feliz da minha vida. a felicidade é isso, Deus em primeiro lugar, família unida, e mesmo que a família não for unida, temos que ir pra frente, e não deixar com que palavras desanimadoras desviem nosso pensamento positivo, lutar mesmo, e assim a vitória é certa. Pense nisso, reaja, vá em frente, o resto você vai conseguir. FELICIDADE é isso, lutar pelos nossos sonhos, e com conquistaremos nosso Espaço da Felicidade.

06/02/2010 por MAria Leite.

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O Último dia de Vida  (Família) escrito em sexta 29 janeiro 2010 12:47

 

 
O último dia de vida

 

Naquela manhã, sentiu vontade de dormir mais um pouco. Estava cansado porque na noite anterior fora deitar muito tarde. Também não havia dormido bem.

Teve um sono agitado. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama e se levantou, pensando na montanha de coisas que precisava fazer na empresa.

Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. Não prestou atenção no rosto cansado nem nas olheiras escuras, resultado das noites mal dormidas. Nem sequer percebeu um aglomerado de pelos teimosos que escaparam da lâmina de barbear. "A vida é uma seqüência de dias vazios que precisamos preencher", pensou enquanto jogava a roupa por cima do corpo.

Engoliu o café da manhã e saiu resmungando baixinho um "bom dia", sem convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida.

Não notou que os olhos dela ainda guardavam a doçura de mulher apaixonada, mesmo depois de tantos anos de casamento. Não entendia por que ela se queixava tanto da ausência dele e vivia reivindicando mais tempo para ficarem juntos.

Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava? Claro que não teve tempo para esquentar o carro nem sorrir quando o cachorro, alegre, abanou o rabo. Deu a partida e acelerou.

Ligou o rádio, que tocava uma canção antiga do Roberto Carlos, "detalhes tão pequenos de nós dois... "Pensou que não tinha mais tempo para curtir detalhes tão pequenos da vida.

Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos.

Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar. Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto, mas não podia, naquele dia, dar-se ao luxo de sair da empresa. Agradeceu o convite, mas respondeu que seria impossível. Quem sabe no próximo final de semana? Ela insistiu, disse que sentia muita saudade e que gostaria de poder estar com ele na hora do almoço. Mas ele foi irredutível: realmente, era impossível.

Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava totalmente lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.

No que seria sua hora do almoço, pediu para a secretária trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte. Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde.

Nem observou que tipo de lanche estava mastigando. Enquanto engolia relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up. Mas ele logo concluiu que era um mal-estar passageiro.

Terminado o "almoço", escovou os dentes e voltou à sua mesa. "A vida continua", pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir. Nem tudo saía como ele queria. Começou a gritar com o gerente, exigindo que este cumprisse o prometido. Afinal, ele estava sendo pressionado pela diretoria. Tinha de mostrar resultados. Será que o gerente não conseguia entender isso?

Saiu para a reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando de dois em dois degraus.
Parecia que a garagem estava a quilômetros de distância, encravada no miolo da terra, e não no subsolo do prédio.

Entrou no carro, deu partida e, quando ia engatar a primeira marcha, sentiu de novo o mal-estar. Agora havia uma dor forte no peito. O ar começou a faltar... a dor foi aumentando... o carro desapareceu... os outros carros também... Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo em que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem. Era como se o videocassete estivesse rodando em câmera lenta. Quadro a quadro, ele via esposa, o netinho, a filha e, uma após outra, todas as pessoas que mais
gostava.

Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã? Por que não foi pescar com os amigos no último feriado? A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento. Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte, a da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.

Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas.
Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto...
queria... queria... mas não deu tempo.

Como está sua vida ? Qual o tempo que tem dedicado às coisas pequenas , mas importantes , da vida ? E Deus , em que lugar você o coloca ? Será que ...?

Lembre-se , são poucas as pessoas que tem uma segunda e "nova oportunidade" de vida para mudar e ... Pense nisso .

 

 
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Perdão para Hoje  (Questões pessoais) escrito em domingo 11 outubro 2009 11:51

PERDÃO PARA HOJE…

 

Você quer perdoar?

Então decida.

Perdão é uma decisão.

Você quer perdoar?...

Então, ao decidir, decida também matar os temas como ilustração para sempre...

Se você diz que perdoou apenas porque aceitou o culpado, mas lembra a ele de seu erro sempre que ele erre, então, você não o perdoou, apenas o seqüestrou a você.

O perdão não tira a nossa memória dos fatos, mas tira a emoção deles, e, além disso, mata o fato/passado como argumento para a vida contra a pessoa.

Ninguém é obrigado a ficar com ninguém mesmo depois de perdoar o ofensor...

Aliás, até para que duas pessoas se separem é essencial que se perdoem...

No entanto, se decidem continuar perdoadamente juntos, então, que o tema da ofensa não volte nunca mais...

Cada ofensa é uma ofensa... Quem perdoa lida com cada uma, não com o montante das ofensas, pois, se a cada nova ofensa tudo voltar..., é porque perdão nunca houve.

Jesus mandou perdoar até 70X7 o mesmo individuo em um só dia... Mas a cada perdão não se deve trazer a multidão dos outros para o encontro com a verdade... Ou, então, melhor é não dizer que se perdoou...

O grande desafio do perdão é desistir da ofensa do outro como direito nosso contra ele!

Quem perdoa não perde a memória, mas desiste do direito de acusar ou de reter a memória como raiva ou crédito...

Por isto o perdão é um ato de fé e não de emoção...

Pela emoção ninguém perdoa ninguém...

Somente pela fé que antes olha para o próprio perdão que se recebe de Deus todos os dias..., é que alguém pode praticar o perdão como decisão de graça e como privilégio...

Se perdoar não se tornar um privilégio..., creia: ninguém perdoa.

Somente quem diz de verdade “é meu privilégio perdoar”... é que de fato perdoa de modo perdoado mesmo...

Mas enquanto perdoar é um fardo e uma obrigação, todo perdão será apenas sacrifício...

Perdão é vida quando se torna privilégio em fé!

Pense nisso!

 

Nele, que me perdoa,

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Ética e Cidadania  (Questões pessoais) escrito em sexta 11 setembro 2009 11:31

Bem-vindo ao Programa Ética e Cidadania - construindo valores na escola e na sociedade.

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Boa Noite  (Pensamento Inteligente) escrito em segunda 17 agosto 2009 21:33

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